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quinta-feira, 11 de março de 2010

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Emiliano Castro

Entre a faculdade de Ciências Sociais e as aulas de percepção musical que ministra, um olhar sensível sobre a música e a arte foi o ganho desse violonista de 7 cordas. Além da experiência, é claro. “Nunca tive o perfil autodidata, fui muito orientado”, define ele. Como professor, acredita no “eixo entre pensar e fazer música”. E não é à toa. Emiliano, que passou parte da infância em Moçambique sob influência de ritmos africanos, também morou na Espanha, onde se especializou em flamenco – para ele, “a experiência mundial mais forte no violão”. Agora, de volta à casa, apresenta-se sexta-feira, no Auditório do Ibirapuera, dentro do projeto Caldeira Acústica

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Tulipa Ruiz

Ela foi uma das minhas primeiras “ caras - novas”. Tudo começou quando assisti a um show da Tulipa - totalmente low profile, há uns dois anos, no “cedo e sentado” do Studio Sp. Subiu no palco, toda charmosa e se divertiu horrores cantando. Eu adorei e, na hora, já pensei em fazer uma pauta para o jornal.
E a menina-flor foi alçando voo. Canta, compõe, ilustra e é toda cheia de graça. A última vez que fui num show, há alguns meses, achei muito buni, ela homenageado a avó, que estava na plateia. Embrulha.
Agora, florzinha Tulipa, todo mundo quer o seu CD. As pessoas perguntam, descascam o seu myspace inteirinho em busca da sua voz. Avisa a gente tá?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Gregório Graziosi

Com só 24 anos e 4 curta-metragens no currículo, o cineasta já viajou para todos os cantos, em festivais cinema. Influenciado pelas artes plásticas, Gregório apresenta no Festival de Curtas , quarta-feira, na Cinemateca, seu mais novo trabalho, Mira. Baseado nas obras da artista Mira Schendel, ele “ quis juntar o aspecto delicado e a estética do vazio, presente no trabalho dela”.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Apenas o Fim



Ele é peque, mas é bom que só vendo.
Peguei o DVD de 'apenas o fim' esperando um filme buni, afinal de contas o diretor é novinho, já ganhou uma meia-duzia de prêmios com o filme de baixíssimo orçamento e anda arrancando uns bons elogios. Mas tbm não esperava uma coisa tão fofoleta. Acho que eu tinha meio implicância com essa Erika Mader, sei lá. Mulher tem dessas coisas, as vezes implica com uma fulana e não tem quem tire a ideia da cabeça.
Aí tem essa coisa de pauta, né. Vai entrevistar o cara, mas não dá pra ir na cabine porque o filme é bem na hora do fechamento e pimba. Cai o DVD pra assistir em casa. Plena terça-feira. Viu Matheus Souza? Obrigada. O filme é uma graça.
A história é simples. Ela chega e diz pra ele que vai embora. O resto são só “fragmentos de um discurso amoroso” do Barthes. Com uma pitada pop irresistível( pra mim, claro). All Stars que se cruzam na escada, humor buni, trilha sonora fofoleta e as problemáticas da minha geração ( ou será que essas coisinhas do amor independem de geração? ). Ele:um mini woody Allen, ela: Diane Keaton versão carioquinha. Uma declaração de amor ao Rio, a uma certa ingenuidade e a leveza da memória. O filme é inteiro ambientado na Puc do Rio. Mas o Matheus me explicou: "Para usar a câmera da faculdade, durante as férias, não podia sair das depedências da Puc". Ahhhh gente... não é? E sabe... ele falou de patotas, palavras e poemas.
12 de junho nos cinemas. EMBRULHA.